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O século XXI é o século das cidadanias.
Nós, na MRA, antecipamo-nos e começamos a dedicar-lhe uma especial atenção no século passado.
O que hoje mais releva nas relações entre os cidadãos e os Estados são as ligações genuínas (genuine links) que diferenciam os nacionais dos estrangeiros.
O Estado moderno do século XXI não é monopolista, na relação com os seus cidadãos.
Respeita a plurinacionalidade e faz dela uma importante alavanca do desenvolvimento da amizade entre os povos.
Como ensina o Prof. Gomes Canotilho a tendência do nosso tempo é no sentido do estabelecimento de um conceito de  cidadania desnacionalizada, que conduzirá a que os estrangeiros possam, também, ter «direito à qualidade de membro da República» e, nessa medida, serem tratados como sujeitos-pessoas, com respeito pelos princípios da igualdade e da não discriminação.
Esta é uma das áreas das nossas paixões, acalentadas não só pelo aparecimento na Europa do primeiro fenômeno efetivo de cidadania multinacional, mas também pelas profundas mudanças registadas nos últimos 30 anos nos países de língua portuguesa.
Instruimos e acompanhamos processos de aquisição da nacionalidade portuguesa há mais de 20 anos